DIANTE DE ALGO, VOCÊ PERGUNTA SE QUER OU PRECISA DELE?

 

Recentemente, eu vi uma discussão entre formadores de opinião sobre a felicidade, que aconyteceu em um programa de TV. Achei muito interessante e decidi compartilhar com você alguns pontos dessa discussão.

Nela, muito se falou da confusão que fazemos entre desejo e necessidade, sobretudo porque a indústria do consumo nos confunde o tempo todo ao criar desejos artificiais que são vendidos como necessidades sem as quais não poderemos ser felizes.

Na discussão, ficou claro que a gente sofre muito mais porque as coisas não são como a gente gostaria que elas fossem. Assim, felicidade tem a ver com a expectativa que se tem daquilo que se procura alcançar na vida.

E ultrapassar essa questão tem a ver com autoconhecimento – que foi citado com o mais difícil dos conhecimentos. É que quanto mais distante estamos de nossa essência, mais difícil entender o que é, realmente, uma necessidade e não um desejo em nossa vida.

Fomos lembrados que podemos ser “orientados” pelos outros do que é bom pra nós… mas quando conseguimos definir isso, nós mesmos, descobrimos a chave de vários problemas…

A grande questão é que confundir desejo com necessidade é um dos principais obstáculos do nosso equilíbrio interior, da nossa harmonia e, por conseguinte, da nossa felicidade.

E essa confusão não é só quanto a questões materiais. Muitas vezes, a carência afetiva nos leva a acreditar que “precisamos” de um determinado relacionamento para ser feliz.

Quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra!

Na discussão, o Lama Michel, que era um dos debatedores, lembrou que “a felicidade não é um objetivo que a gente tem que alcançar, mas é um estado interior que a gente pode desenvolver dentro de nós”. Pra ele, o objetivo é, dentro desse contexto, estar bem consigo mesmo e com os outros que estão à sua volta, independentemente de onde estiver, com quem estiver e em qual contexto se encontrar.

Não é fácil chegar nesse ponto, não!

Mas Lama Michel lembrou que existem pequenas coisas que podem nos ajudar a diferenciar o que queremos (desejo) do que precisamos (necessidade): “Diante de algo que eu vou comprar, ou diante de um objeto que eu tenho em casa, ou diante de qualquer coisa, é fazer essa simples pergunta: eu quero ou eu preciso? Se eu preciso, vamos fazer o que é necessário para obtê-lo. Se eu quero, se der e não for muito difícil, tá bom; mas se isso tiver que levar um grande esforço e tiver um preço a se pagar muito grande… como a minha saúde, o meu tempo, a minha saúde emocional e todo o resto, aí não vale a pena.”

Ele diz também que outra coisa importante é a aceitação: “Aceitação quer dizer colocar a nossa energia na solução e não ficar preso no problema… É dizer: estou diante de uma situação que eu não gosto e, em vez de ficar reclamando, procurando culpado e ficar apenas preso ao problema, a gente precisa, na verdade, é dar um passo pra trás, ver qual é o tamanho dele e ver por onde eu posso passar. Ou seja: colocar a nossa energia na solução”.

Isso eu tenho falado muito aqui, não é verdade? Foco na solução, sempre!

Mas, e se ainda não se tem solução?

Lama Michel responde: “Abra a mente, relaxe e espere para que algo surja”.

É isso! Achei muito legal esses ensinamentos do Lama Michel , um monge budista brasileiro que, desde os 12 anos despertou para sua espiritualidade. Hoje, vive pelo mundo e é respeitadíssimo.

Agora, aproveite para deixar o seu comentário sobre essa discussão aí embaixo.

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Beijos mil e até o próximo!

Suzane Jales,
sua coach

Suzane Jales

About the Author

Suzane Jales

Suzane Jales é Coach (Life & Executive – especialista em Coaching em Grupo), Master Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL) e com formação em Hipnose Eriksoniana, Eneacoaching (Eneagrama aplicado ao coaching), Terapias Naturais (Medicina Tradicional Chinesa), Emotional Freedom Techniques (EFT) e Reiki. Jornalista e Escritora, tem mais de 10 livros publicados (é especialista em Biografias).

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