COMO SUPERAR UMA DECEPÇÃO?

Neste artigo, eu quero lhe ajudar a superar uma decepção, quando você estiver diante desse sentimento de tristeza, descontentamento ou frustração pela ocorrência de fato inesperado, que representa um mal.

Para ser franca, eu não conheço uma só pessoa que não tenha ficado no maior baixo astral por conta de uma decepção. Pense numa coisa que nos tira do prumo!

Ela pode vir de vários locais: de um colega de trabalho, de um parceiro comercial, de um amigo, de um parente, de um companheiro… Quanto mais próxima a pessoa for da gente, pior o tombo que levamos, não é verdade?

Pois é, só que a gente sabe que nós temos o poder de determinar como nos sentimos em relação ao que nos acontece… Então, porque deixamos que esse sentimento ruim tome assento em nossos pensamentos e se instale em nosso coração?

Há muito que venho esquentando minha cabeça com essa questão. Cheguei a algumas conclusões que trouxe para a minha vida e quero compartilhar com você.

Acredito que a maioria das decepções é devido a expectativas que temos em relação às outras pessoas. Em outras palavras: esperamos que as pessoas hajam segundo os critérios que estabelecemos em nossa mente inconsciente (e até consciente). Se, por acaso, elas não agirem dessa forma, nos decepcionamos.

Para esses casos, a solução é simples: é não criar expectativas. Se vier algo bom, ótimo. Se não, paciência…. não estávamos esperando nada mesmo!

Só que isso não é tão fácil. Na verdade, é preciso praticar bastante até que agir assim se torne um hábito. Afinal, quantas vezes não fazemos algo e ficamos esperando que o outro retorne na mesma moeda?

Só lembro aqui que, se dou algo para alguém, é doação. Se espero retorno, aquilo se tornou moeda de troca… deixou de ser doação!

Bem, se você prestou atenção, deve lembrar que eu disse: “a maioria das decepções é devido a expectativas que temos em relação às outras pessoas”. E as outras, que embora sejam em menor quantidade, também acontecem?

Para mim, essas são aquelas feitas por pessoas que, deliberadamente, querem nos fazer o mal, querem que nos sintamos pra baixo, querem que a gente fique no fundo do poço. São poucas, mas doem à beça…

Sabem o que essas pessoas merecem? Nosso perdão!

Como assim, Suzane? A pessoa quer nosso mal, nos prejudica e nós a perdoamos?

Pois é: ela quer que fiquemos super pra baixo. Se a perdoamos, não deixamos que aquilo nos deprima e mandamos um recado para o universo de que queremos continuar bem. Isso sem falar que o mal – um “presente” que não aceitamos – fica com quem quis nos entregá-lo.

Ainda mais difícil, não é verdade?

Mas esse é um grande caminho, uma verdadeira conquista que você vai trilhando passo a passo. E quando conseguir agir assim, vai sentir uma sensação de liberdade indescritível. Aquele mal lançado contra você não vai mais ter a força que tinha.

Confesso que até hoje eu continuo praticando… e, vez por outra, ainda pego uma rasteira. Mas aí eu uso uma daquelas dicas que já compartilhei aqui para mudar meu astral.

A informação final é que todas essas formas de ação se tornam mais fácil se você se conhece, entende seus potenciais e sabe como melhor ultrapassar os obstáculos da vida usando os seus talentos.

Por isso, se você quiser experimentar navegar no mar do autoconhecimento e vivenciar um Programa de Coaching profundo, revelador e transformador, conheça o Dia de Coaching, o meu programa. Você terá 30 dias para assistir aos primeiros módulos e colocar em prática tudo o que verá lá. Depois disso, você continua apenas se acreditar que esse é o seu momento de dar um passo importante na vida e que o Coaching pode lhe ajudar nessa jornada.

Por hoje, é só. Beijos mil e até o próximo.

Suzane Jales
sua coach

Suzane Jales

About the Author

Suzane Jales

Suzane Jales é Coach (Life & Executive – especialista em Coaching em Grupo), Master Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL) e com formação em Hipnose Eriksoniana, Eneacoaching (Eneagrama aplicado ao coaching), Terapias Naturais (Medicina Tradicional Chinesa), Emotional Freedom Techniques (EFT) e Reiki. Jornalista e Escritora, tem mais de 10 livros publicados (é especialista em Biografias).

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